13 de janeiro de 2009

Nas mãos do tempo

Enquanto ia para o trabalho, olhando o mundo que passava pela janela, ela deixou-se levar pelos proprios pensamentos.
Pensou na conversa que havia tido no dia anterior, pouco antes de ela dormir.
Ela sabia que não podia obrigar nenhuma pessoa a permanecer em sua vida. Nem mesmo alguem que ela considerava amigo. Impor sua presença e suas palavras não era bem o seu tipo de atitude.
Afinal, ela sabia, as pessoas era livres. E as que permaneciam com ela, o faziam por livre e espontanea vontade. Assim como ela também somente continuava proxima daqueles que a faziam bem. Sempre fiel aos proprios sentimentos, era esse seu lema.
Amigo, colegas e contatos sempre existiriam em sua vida, fosse num onibus a caminho do trabalho, na escola ou na internet. E eles sempre poderia se afastar. Se fossem amigos, voltariam, com novidades e conversas acumuladas. E se não fossem... Talvez tenha realmente sido melhor que se afastassem, enfim. Por mais que a presença no inicio fizesse falta, assim como toda perda que o ser humano sofre, a vida continuaria. Trazendo novos amigos... Ou algum novo contato.
A conversa do dia anterior colocara aquele contato nas mãos do Tempo. E era ele, o soberano e sábio, que diria se ele era um grande amigo ou somente mais uma pessoa que viera e se fora de sua vida.

4 comentários:

Maria Fernanda disse...

As pessoas não deveriam ir embora, definitivamente, não deveriam.

gabriel___ disse...

é as pessoas não deveriam ir embora, mas talvez isso seja so mais uma prova pra ver se estamos preparados mesmos pras surpresas da vida...sei la :S

Lydia disse...

Tempo, soberano e sábio, mesmo.
Por que as pessoas vão embora?
Beijão!!!

Montana disse...

voltei ja nao precisa chora =P

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