15 de fevereiro de 2010

Do toque (revolução)

Já disse do quando gosto desse seu toque na minha cintura...?
Repito.
O que precede esse toque é ternura; é um 'antes' de sorriso aberto e de respiração doce e lenta. São os olhos nos olhos, o aroma, a visão. É a doçura que a sua presença traz sem esforço algum pra minha vida - você me faz brilhar só por existir.  É quando eu me pego (re)descobrindo você, e os seus traços, seus jeitos, seus modos. É o observar dos detalhes. É o aproximar-se, é a confiança. 
E o que vem depois é paixão. É vontade. É a respiração curta, rápida, é o perder do fôlego, é o coração batendo com pressa. É o rubor, são as minhas 'sem-jeitices', as mãos ganhando vida. É a entrega dos lábios. É pulsação.
E o durante... É tanto de entrega quanto de confiança. É tanto ternura quanto paixão. É do riso ainda frouxo, fácil, com o coração disparado, as mãos suando e os olhos sorrindo. Esse toque, não encontro definição melhor, é nosso, e só. 
"Uau", você diz, "Que revolução!", e eu sorrio (um sorriso desses que já pressentem o toque); Gastei um punhado de palavras em busca de definir o que é lindo sem necessitar explicação. E você, em tão pouco, disse tudo.
Trata-se exatamente disso, meu bem.
Você faz uma revolução em mim.  



Um comentário:

-Mimiie. disse...

É simples, mais é pura essência. É o certo incerto, muito boa nota *-*

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