3 de maio de 2010

Ainda é amor

Não é menos amor só porque as vezes a gente pensa que não vai aguentar mais, ou porque de vez em quando chora e perde todas as esperanças. Não deixa de ser amor só porque não é sempre perfeito, só porque a vida não é divertida como um comercial de refrigerante. Ainda é amor, mesmo quando a gente esquece. Não deixa de ser amor porque as vezes eu erro com ele, ou porque as vezes ele erra comigo. Não é menos amor quando a gente se sente sozinho, e a não deixa de ser amor quando a gente acorda carente demais. Ainda é amor, mesmo quando a gente fica triste. Não deixa de ser amor só porque tem gente que diz que não é, não deixa de ser de verdade só porque as vezes a gente acha que é melhor pensar duas vezes. Ainda é amor, mesmo quando a gente tem medo. Não deixa de ser amor porque o tempo passa, não deixa de ser amor porque o tempo pesa. Não deixa de ser amor porque a distância incomoda, não é menos importante só porque a gente sente saudades. Ainda é amor, mesmo quando dói. 
É amor justamente porque dói, justamente porque a gente tem medo, e questiona, e chora. É amor porque tem tudo isso, mas também tem a hora em que a gente ri e pensa "puxa, como eu tenho sorte de ter você na minha vida!"; É amor quando a gente continua acreditando que vale a pena, acima e apesar de qualquer coisa. 
Se não valesse... Não seria mesmo amor.

3 comentários:

Gabih Dias disse...

"É amor justamento porque dói."
Me traduzindo em palavras, de novo, dona Aline :)
E é assim mesmo. E quanto mais a gente vai descobrindo nas dores diárias a falta que ele faz na nossa rotina, é que a gente vai tendo mais certeza que, sim, é amor de verdade.
Um beijo :*

Ana Carolina disse...

toooda apaixonadinha
tchutchu

Ucha disse...

Concordo com plenamente com vc!

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